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Como a Geração Z irá revolucionar a educação do futuro?

Hoje em dia, a geração que tem ficado à luz dos estudos é a geração z. Essa geração compreende os nascidos entre 1995 e 2010. É importante falar dessa geração porque ela cresceu em paralelo à tecnologia. Enquanto a geração z crescia, a tecnologia conquistava cada vez mais espaço. Esse desenvolvimento mútuo se reflete na […]

geração z

Hoje em dia, a geração que tem ficado à luz dos estudos é a geração z. Essa geração compreende os nascidos entre 1995 e 2010. É importante falar dessa geração porque ela cresceu em paralelo à tecnologia. Enquanto a geração z crescia, a tecnologia conquistava cada vez mais espaço.

Esse desenvolvimento mútuo se reflete na personalidade dos nascidos nessa geração e impacta em várias áreas. Tudo que é pensado, criado e desenvolvido para a geração z tem que levar em consideração suas características peculiares.

Por essas características tão próprias, precisamos falar sobre a educação da geração z. Quem são esses jovens? Como leem, aprendem, assimilam? Quais as diferenças? Como alcançá-los?

Respondendo essas perguntas, criamos esse artigo para que você possa entendê-los.

Nesse artigo você irá encontrar:
Diferentes gerações
Quem é a geração z?

Imigrantes Digitais x Nativos
Quais são as necessidades da geração z?
Como alcançá-los?

Diferentes gerações

Linha do tempo com geração z

Por muito tempo ouvimos falar sobre os millennials, que fazem parte da geração nascida entre 1980 e 1995. O nascimento dessa geração era considerado promissor, pois era uma geração que acompanhava a virada do milênio -por isso têm esse nome- e as pessoas acreditavam que isso seria, de alguma forma, revolucionário.

De fato os millennials têm características muito diferentes de seus pais. E estudá-los é crucial para se situar na história e entender desde o início como a tecnologia impacta na essencialidade das pessoas. Pois essa foi a primeira geração a ter contato com os primeiros sinais de tecnologia.

Nesse aspecto, cada geração tem sua importância. Os baby boomers, por exemplo, tem sua importância situada no sentido histórico. Nascidos entre 1940 e 1960 têm esse nome por terem nascido no período correspondente ao boom de nascimentos pós segunda guerra mundial. Percebe-se que essa geração é vista por outro ângulo: os efeitos de determinado acontecimento histórico sob as pessoas.

No entanto, a relação dos baby boomers com a tecnologia também é interessante. Essa geração já era mais velha quando a tecnologia começou a dar seus primeiros sinais, e por isso foi a geração mais marcante em termos de adaptação. Através dela é possível estudar a infoinclusão de idosos, por exemplo.

E finalmente, a geração z, que é o nosso assunto central. Essa geração cresceu assistindo o desenvolvimento tecnológico. Viram o disquete se tornar CD, virar pen drive e ser substituído pela tecnologia em nuvem. Tudo isso enquanto se desenvolviam também.

Apesar da geração z não ser a última, os nascidos dela é que são jovens adultos agora. É nela que podemos ver mais concretamente suas personalidades, seus posicionamentos.

Enquanto que, a última geração, a geração alpha é formada por crianças. Por ainda estarem em formação, é difícil ter uma análise “estável”.

Quem é a geração z?

Já falamos que a geração z tem características muito próprias, mas que características são essas?

É certo que a tecnologia nos possibilitou uma otimização do tempo. Podemos realizar uma quantidade grande de tarefas ao mesmo tempo, conseguimos socializar com muitas pessoas diferentes em simultâneo, nos conectar com diferentes partes do mundo em questão de segundos.

Portanto, todas essas mudanças estimularam o desenvolvimento da personalidade desse grupo.

Apressados

Essa maximização do tempo tornou as pessoas mais impacientes e imediatistas. Essas duas características são muito fortes nos jovens que cresceram vivenciando esse processo.

Em decorrência disso, também é possível notar um grande sentimento de ansiedade. As pessoas nunca foram tão ansiosas quanto nos últimos anos. Apesar desse efeito atingir todas as pessoas de alguma maneira, afeta especialmente os jovens. Primeiro por serem jovens e estarem passando por diversos processos de transição pelo começo da vida adulta, e segundo por terem assistido esse aumento de perto.

Eficientes

Esses traços podem parecer ruins, mas esse imediatismo se reflete positivamente em outros aspectos. A geração z é proativa, crítica e tem sede de conhecimento. O mercado de trabalho tem muito a ganhar com esses jovens.

Não só por essas características, mas por terem desde cedo experimentado a tecnologia, também são mais receptivos aos avanços tecnológicos. Tanto a entender o que surgir, quanto a se dedicar à descoberta de novas tecnologias.

Todo esse contexto também os torna exigentes. Esse ponto é muito valioso em termos de excelência profissional, mas também causa uma constante insatisfação com o mundo a sua volta. Esse conflito se liga exatamente ao que já foi citado, o ganho para o mercado de trabalho e aumento da ansiedade.

Sociais

Não só as facilidades que a tecnologia trouxe, mas também o uso massivo das redes sociais transformou o jeito como as pessoas se relacionam. Isso porque é possível se conectar com uma quantidade de pessoas que seria impossível no meio offline.

Apesar de muito positivo, principalmente em termos de networking, também trouxe certa desvalorização das relações. Os laços sociais se tornaram mais rasos e descartáveis. Então, ainda que haja mais laços, esses laços são facilmente substituíveis.

Outro fato interessante acontece em decorrência do uso das redes sociais. Essas plataformas dão uma falsa sensação de impunidade, que faz com que as pessoas se expressem com menos amarras.

Seguindo esse raciocínio, essa geração é a mais liberta em termos de diversidade de pensamento. O que era considerado “minoritário” ganhou muita voz nessa geração, que é uma das mais ligadas a causas sociais.

Imigrantes Digitais x Nativos

Marc Presnky, especialista em tecnologia e educação e fundador de uma instituição de EaD que desenvolve games utilizados para o ensino, cunhou termos para identificar as gerações pré e pós-internet: imigrantes digitais e nativos digitais .

A primeira geração nasceu antes que as TICs e internet se potencializassem, não tinha o Google para fazer pesquisas escolares. Ela precisava se deslocar até uma biblioteca pública ou à biblioteca escolar, caso não tivesse uma coleção de enciclopédias em casa. Computadores eram coisas distantes de sua realidade e, não raro, objetos de filmes de ficção.

A segunda sequer imagina como seja viver em um mundo desconectado, pois, quando nasceram, internet, smartphones e computadores já eram realidade.

 

Esse trecho retirado do nosso e-book Psicopedagogia aplicada ao Ensino a Distância nos mostra como os nativos digitais, que seriam a geração Z, desde o princípio tiveram um acesso muito maior à informação.

Esse fato impacta a educação, já que essa não contempla os nativos digitais da mesma forma que contemplava às gerações anteriores. Com novos formatos, novos meios e novas demandas, a educação precisa se renovar para atender as necessidades das gerações digitais.

Quais são as necessidades da geração z?

Por terem sede de conhecimento e por estarem se inserindo em um mercado de trabalho cada vez mais disputado, a geração z está atrás de capacitação, qualificação. Esse fator é uma oportunidade chave para o meio educacional.

Aliado a isso, como esse grupo já está imerso em tecnologia, isso favorece muito o estudo através de cursos online. Já que a modalidade a distância permite uma abrangência maior de cursos ofertados, permite mais autonomia e praticidade.

No entanto, por serem tão exigentes e dinâmicos, demandam muito mais do EAD. Por isso, não basta apenas ser online, os conteúdos precisam ter um nível de excelência e diversidade altíssimo. Para atrair, e principalmente manter, esses alunos é preciso oferecer material novo e de qualidade constantemente.

Dados da Adweek afirmam que 36% da geração Z assiste a aulas online, 20% lê livros didáticos em tablets e 32% trabalha com colegas de classe online. Esses números são muito expressivos e ilustram o valor que o ensino online pode ter para esse grupo.

Dessa forma, vale a pena que os produtores de conteúdo de cursos online se empenhem em atrair e cativar esse público.

Como alcançá-los?

Esses jovens viram de perto a evolução do audiovisual, então esses recursos são muito bem vindos. O audiovisual é um ótimo caminho, já que tem o duplo benefício de ser uma forma de chamar a atenção e de quebrar a monotonia.

Investir em novos métodos, como a gamificação também é muito efetivo. É possível envolver os jogos, a tecnologia do dia a dia, na educação. Além de ser mais envolvente, também estimula a criatividade, autonomia e facilita o entendimento.

A chave para alcançar esse grupo é diversificar os materiais, oferecendo sempre qualidade. Você pode inovar através da transmissão ao vivo, webinar, youtube.

Pensando na questão da exigência, é preciso que esses cursos onlines estejam hospedados em uma plataforma estável e segura, como a Edools. Pois arriscar hospedar e comercializar seu curso numa plataforma duvidosa pode ser um caminho desastroso. Além de prejudicar a experiência do usuário, que tem um perfil rigoroso, te deixa suscetível à pirataria.

Conclusão

A geração Z é irmã da tecnologia. Cresceram lado a lado e isso impactou a forma como esse grupo pensa, age e aprende. A busca por conhecimento é incessante e o ensino a distância só tem a contribuir e a ganhar.

Nesse sentido, para conquistar esse público tão valioso, é essencial investir no novo, no diverso. “Atualizar” é a palavra chave. Ainda que esse seja um processo que demande esforço, traz resultados excelentes.

Como potencializar a aprendizagem organizacional em sua empresa?
Ensino Híbrido na Prática - EaDCast #06

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