Um blog sobre planejamento,
gestão e otimização de cursos
e treinamentos online.

Fique por dentro de atualizações e novidades e potencialize seus resultados.

Acompanhe e faça parte!

Seu e-mail está seguro. Vamos enviar apenas dicas relevantes para o seu EAD.

Os 7 pecados capitais nas empresas e como evitá-los

Neste artigo iremos usar os 7 pecados capitais como metáfora para falarmos sobre os desvios de conduta, como lidar com eles no mercado de trabalho e como eles podem atrapalhar o desenvolvimento da sua empresa. E, claro, como evitá-los e melhorar a convivência de todos.

7-pecados-capitais

Como seres humanos temos que lidar com diversas situações que despertam certos sentimentos, sejam eles bons ou ruins. E no ambiente corporativo não é diferente. Gula, luxúria, inveja, preguiça, ira, soberba e avareza são alguns dos mais conhecidos sentimentos que são comuns a todos os seres humanos.

Tão ou mais antigos que o catolicismo, os 7 pecados capitais foram reconhecidos pela Igreja Católica por volta do século VI. Mas o que esse assunto tem em comum com o desenvolvimento de uma empresa ou até mesmo o mercado de trabalho como um todo?

Simples! Os pecados eram usados para controlar os fiéis da igreja, e por isso ainda são tão debatidos e falados. Isso porque a maneira que o ser humano age com os seus semelhantes influencia diretamente o ambiente corporativo, seu desempenho e de toda uma empresa ou equipe.

Por isso, neste artigo iremos explicar um pouco mais da relação dos 7 pecados capitais com situações nas empresas.

Vamos destrinchar o assunto para você entender de uma vez por todas tudo o que você precisa saber com os seguintes tópicos:

Acompanhe o artigo até o final e entenda cada um dos pecados e como solucioná-los na sua empresa. Se tiver qualquer dúvida, basta deixar o seu comentário ao final do texto.

Boa leitura!

Por que os 7 Pecados Capitais?

O reconhecimento dos 7 pecados capitais veio através da Igreja Católica. Mas antes de serem classificados assim, o ser humano já lidava com esses sentimentos, anteriormente ao catolicismo.

Independente de você ser católico, judeu, budista, espírita,  ter qualquer outra religião ou até mesmo ser ateu, você deve conhecer os 7 pecados capitais. Eles falam essencialmente sobre valores, sobre altruísmo, humildade, compartilhar conquistas e, principalmente, ser justo. Na sociedade em que vivemos, muitas vezes competitiva, o mercado de trabalho pode acabar valorizando os ganhos e não as relações.

Visando um caminho de sucesso, empreendedores podem ser egoístas, vaidosos e até mesmo gulosos na hora de dividir demandas. Enquanto que do outro lado, funcionários sem reconhecimento podem se tornar preguiçosos e irritados. Sejam erros pequenos ou grandes, reconhecimento e autocrítica são fundamentais para um crescimento progressivo e o desenvolvimento saudável de uma empresa.

Acompanhe agora como reconhecer cada um dos 7 pecados capitais na sua empresa, principalmente entre parceiros de equipe e o que fazer para evitá-los.

Gula

Comecemos com a Gula. No sentido literal, este pecado está diretamente relacionado ao consumo excessivo de alguma comida ou bebida. Engolir algum alimento ou bebida sem apreciar. O “comer por comer”.

No mundo corporativo pode ser equiparada com o egoísmo. A falta de trabalho em equipe e não saber dividir tarefas, ou seja, uma pessoa que tenha o simples objetivo de abocanhar todos os projetos. Com isso, colher os louros sozinha para obtenção do sucesso e reconhecimento.

Sabe aquela frase, “fulano é o maior fominha. Quer tudo pra ele.”? Essa é a Gula no ambiente corporativo.

Mas como evitar esse comportamento? É importante que os lideres, coordenadores e diretores estejam sempre atentos na hora da divisão de tarefas e na hora dos elogios. Estar sempre atento a cada vitória individual, mas principalmente às vitórias do grupo. O funcionário precisa saber trabalhar em equipe, dividir tarefas e responsabilidades. E, assim, criar um bom relacionamento com os clientes e equipe.

Luxúria

O segundo pecado que vamos pontuar é a Luxúria. Em seu sentido literal, é o pecado da carne, a impureza nos relacionamentos e sexo fora do matrimônio. Mas de que maneira podemos aplicar esse pecado ao mundo corporativo?

A luxúria é um dos pecados com muitas possibilidades de metáfora no mundo dos negócios. Mas primeiro, vamos começar com a mais próxima do significado literal sobre conotação sexual: o assédio sexual.

Hoje mulheres começaram a perder o medo de denunciar, porém ainda há um longo caminho pela frente. Por isso, fornecer um ambiente acolhedor, onde elas se sintam seguras e respeitadas tornará a sua empresa muito mais saudável.

É importante ter um RH forte e eficiente para agir em casos de abuso, além de palestras e ações de conscientização sobre o tema também podem ajudar a tornar o local de trabalho um ambiente respeitoso para todos.

Entretanto, a Luxúria também pode ser relacionada à aparência. Criar uma imagem mentirosa para a sua empresa pode trazer prejuízos no futuro para o profissional, sócios e clientes. Então é importante se manter sempre transparente.

Egoísmo e egocentrismo também podem se relacionar com esse pecado capital. São esses os profissionais que colocam a sua satisfação à frente de todos os outros na equipe.

Inveja

O próximo pecado capital que vamos falar é a Inveja. No seu sentido literal é cobiçar o que é do outro.

Hoje vivemos em uma sociedade que tem a cultura de “viver de aparências”.  As plataformas digitais transformaram o mundo em um lugar perfeito e o exemplo mais claro disso é o Instagram.

Quem não quer ter o emprego dos sonhos, o melhor salário e o melhor chefe? As pessoas procuram demonstrar o bem-estar, sem imperfeições e são muito bem-sucedidas a ponto de planejar as melhores fotos de viagem para publicar. Com essa realidade, parece que sentir inveja faz parte do dia a dia.

E no ambiente corporativo o cenário é parecido. Sentir inveja do colega de equipe que foi promovido, do que ganha mais ou que se relaciona com mais colegas acontece de maneira natural, humanamente falando.

Entretanto não podemos fazer com que esse sentimento seja usado como um combustível para causar o mau do outro. Pelo contrário! Temos que usá-lo de maneira positiva, no sentido de usar como motivação para uma competitividade saudável.

Querer crescer, ser amado pelos seus colegas e ganhar uma promoção é o sonho de todo funcionário. Mas que seja um jogo limpo, sem inveja.

Você pode – e deve – querer ser alguém melhor, mas lembrando sempre de nunca passar por cima de ninguém.

Preguiça

A preguiça, assim como a inveja, é um mal que acomete, provavelmente, uma grande parcela da população mundial. No seu sentido literal, está relacionada com as pessoas que não se empenham e que acabam passando por um momento de inércia acentuada.

A preguiça pode ser externada no ambiente de trabalho de duas maneiras. Uma podemos dizer que é física, pois o  funcionário não demonstra energia ou vontade de fazer acontecer. E a outra maneira se torna visível quando o funcionário não corre atrás de novos desafios, atrasa prazos e etc.

Mas a preguiça pode ir muito além de algo físico. Não é só estar sem vontade de ir à academia, por exemplo. Ela pode ser uma questão mental também com o famoso “deixa pra depois”, “não vou fazer tanto” ou “pra que isso tudo?”.

No ambiente de trabalho a proatividade é essencial para combater a preguiça. Estar motivado, se mostrar presente e estar satisfeito com o seu trabalho podem ser aliados importantes no combate à preguiça no ambiente de trabalho.

Assim, os supervisores devem buscar sempre o dialogo e os desafios para motivar seus empregados. Além, é claro, do reconhecimento pelo trabalho e do salário condizente com o cargo, para não criar uma falta de estimulo e incentivo em resposta aos problemas da chefia.

Ira

O próximo pecado capital que vamos falar é a Ira. Traduzida como um sentimento de raiva, ela é, de maneira geral, a falta de controle em relação também ao ódio e a vingança.

Em uma empresa, a ira se apresenta primeiramente com um ambiente hostil. Quando o clima começa a ficar desconfortável, pesado e mais propenso a brigas por qualquer motivo, a ira está em seu escritório.

Momentos de ódio entre parceiros de equipe, desentendimento entre chefes e funcionários e até mesmo brigas entre empresas e clientes são demonstrações desse pecado capital.

Hoje, em um mundo digitalizado, onde as respostas são rápidas e diretas, com troca de e-mails e mensagens de texto, falar algo indevido, denegrir, brigar ou destilar ódio ao outro através de uma tela ficou muito mais “fácil”.

Para um ambiente saudável na sua empresa, é importante um equilíbrio emocional. Saber lidar com os problemas de forma madura, mesmo que esteja irritado.

Para isso, vale reforçar o RH da empresa para que haja um acompanhamento detalhado dos funcionários, um olhar mais atencioso e até mesmo conversar e encaminhamentos para profissionais terapêuticos em casos extremos.

Já o funcionário, precisa saber separar o ambiente profissional do emocional. Essa divisão é essencial para um dia-a-dia suportável entre todos os envolvidos em um mesmo ambiente corporativo e principalmente para que as ações dos outros não gerem nele ainda mais rancor e problema.

Soberba

A Soberba muitas vezes é conhecida como Orgulho. Mas dentro do mundo dos pecados capitais ela não é vista de uma maneira saudável. Ele está relacionado com a pretensão de se sentir superior em relação às outras pessoas. É o sentimento de se enxergar maior ou melhor do que realmente é e acreditando ser um indivíduo indispensável em qualquer lugar que estiver. No nosso caso, em um ambiente corporativo.

Na sua empresa, podemos identificar esse pecado no funcionário que está buscando sempre o sucesso próprio e único. Ou seja, não admite precisar de outras pessoas. Ele também não se sente a vontade para trabalhar com outros, além de se comparar com todos, sempre em vantagem e sendo melhor.

Muitas das vezes a soberba toma a forma daquela pessoa, que pode até ter tido ajuda de alguém, desde uma simples dúvida até a execução de um projeto completo, mas não divide os créditos nem os elogios com os outros. Quer obter todos os créditos para si.

Para evitar esse tipo de atitude no ambiente corporativo, é preciso que os reconhecimentos venham da diretoria ou do dono do negócio. O chefe de uma empresa, ou de uma equipe, ao reconhecer cada funcionário e também o trabalho em equipe mostra que precisamos pensar em conjunto.

O trabalho em equipe deve ser valorizado como algo para trazer sucesso para a empresa e para o funcionário. Assim todos entendem a importância não só da divisão de tarefas, mas também da divisão de créditos em um trabalho, mesmo que seja uma pequena dúvida que você tirou com um colega.

Valorizar o outro é importante para o crescimento conjunto.

Avareza

O último dos 7 pecados capitais do nosso texto de hoje é a Avareza. Ela está ligada a questões monetárias, onde tudo gira em torno de dinheiro. Mas mais do que isso, é quando os bens materiais estão acima de qualquer bem imaterial.

Claro que vivemos em um mundo capitalista aonde o dinheiro move o mundo, mas não podemos deixar a ambição virar ganância e acreditar que vale tudo para conseguir atingir o ápice financeiro.

No ambiente corporativo, podemos identificar a avareza no funcionário que fará de tudo para um aumento de salário ou uma promoção. Ele estará disposto a passar por cima de qualquer um para conseguir o que ele quer, e até mesmo atropelar princípios que ele costumava acreditar.

O funcionário que deixa a avareza tomar conta de si não gosta de dividir suas riquezas com mais ninguém e não permite a melhora dos outros quando depende do seu dinheiro.

Um chefe avarento pode cancelar as festas da firma, pois acha um gasto excessivo. Um diretor avarento pode reclamar das horas extras dos funcionários, pois apresenta um gasto a mais, mesmo que sejam necessárias para a finalização de um projeto. Um funcionário avarento pode não participar de reuniões, happy hours ou investimentos com a equipe, pois não quer contribuir com dinheiro.

Evitar a avareza pode ser uma tarefa difícil, porque ela mexe com o nosso bolso e com a nossa ambição. Mas tenha em mente que mais importante do que ter é ser.

Faça o seu trabalho porque você se sente motivado e feliz com aquilo. Compartilhe o trabalho em equipe, divida os louros de um projeto. Além de manter o seu reconhecimento, você verá o dinheiro como consequência desse trabalho e não como o objetivo principal.


Agora que já destrincharmos todos os 7 pecados capitais, desde o seu reconhecimento pela Igreja Católica até o momento atual onde vemos que eles estão entre nós, podemos combatê-los.

Aprender sobre algo é o melhor caminho para entender como resolver determinada questão. E, com isso, tornar um ambiente melhorar para seus funcionários e tornar o dia-a-dia muito mais saudável.

Gostou do nosso texto?

Quer saber mais sobre o mercado de trabalho, dicas para sua empresa e curiosidades do negócio? Acesse o nosso blog e assine a nossa Newsletter. Com ela você fica por dentro de várias novidades.

Coloque o seu email aqui para receber gratuitamente as atualizações do blog!

 

Até a próxima!

Gestão de pessoas: dicas práticas para melhorar resultados
Gravador de tela: quais os melhores para produzir seu curso online

Deixe uma resposta

Seu e-mail está seguro. Vamos enviar apenas dicas relevantes para o seu EAD.