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O que é e como se tornar um empreendedor individual?

Na busca pelo emprego ideal, muitas pessoas se frustram ao perceber que suas expectativas não condizem com a realidade do mercado de trabalho. Surge então a ideia do próprio negócio. Mas como se tornar um empreendedor individual? Confira nossas dicas no texto abaixo.

empreendedor-individual

Emprego com carteira assinada e muitos benefícios. Essa pode ser a carreira dos sonhos de muitos profissionais, mas muitas vezes a frustração com a empresa aparece ao longo dos meses. Falta de plano de carreira, políticas desatualizadas e até mesmo chefes estressados e workaholics, podem ser motivos para fazer você repensar seu trabalho. 

Mas como encontrar um novo caminho? No artigo a seguir, vamos entender melhor sobre esse universo, além de saber o que é necessário para se tornar um empreendedor individual.

Empreender pode ser uma ideia até mesmo quem está em busca de realocação. Afinal, com um negócio próprio é possível até mesmo esperar por uma oportunidade que realmente atenda às suas necessidades pessoais e profissionais.  

Empreender é um caminho muito seguido na atual crise do país e por isso. Por isso, no texto de hoje vamos aprofundar alguns tópicos para que você entenda melhor o conceito e as possibilidades:

E, se você ainda não está muito confiante que esse é o caminho a seguir, não se preocupe! Nós reunimos alguns motivos para você se inspirar. 

Aproveite a leitura!

Dados sobre empreendedorismo 

Em apenas dez anos, o Brasil registrou um crescimento de 14,6 milhões para 49,3 milhões de empreendedores. Esses dados são da Pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizada  pela equipe do IBQP com o apoio do SEBRAE e que visa retratar as características dos empreendedores brasileiros e os negócios em que atuam.

De 2007 a 2017, o número de pessoas entre 18 e 64 anos que exerciam alguma atividade empreendedora no país mais que triplicou. A Pesquisa GEM fez uma análise profunda do perfil dos negócios liderados por empreendedores e trouxe insights significativos sobre o setor de atividade a que eles pertencem. Um deles é que 72% dos empreendedores em estágio inicial (que iniciaram suas atividades recentemente) atuam no setor de serviço. Mais especificamente naqueles orientados ao consumidor final (67%). 

Atividades industriais é a área de atuação de 27% dos empreendedores iniciais e 42,1% dos empreendedores estabelecidos. Ou seja: a partir do momento em que os negócios ficam mais consolidados, é possível perceber uma mudança no perfil das atividades. 

Essas passam a ter mais complexidade técnica e gerencial, e muitos preferem migrar para o modelo business to business, mais conhecido como B2B. Porém é importante ressaltar que as atividades industriais mencionadas no estudo são pouco intensivas em conhecimento ou tecnologia, como a preparação de alimentos ou confecção de vestuário. 

Os números também são expressivos quando o recorte se volta especificamente para os microempreendedores individuais (MEIs). Em março de 2019, foram mais de 8 milhões de cadastros segundo dados do Portal do Empreendedor do Governo Federal. 

A crise do mercado de trabalho é, sem dúvidas, um dos principais motivos para esse crescimento. Só últimos cinco anos, esse número cresceu 120% e especialistas afirmam que a recessão foi fundamental para esse aumento – o chamado “empreendedorismo por necessidade”. Como o número de desempregados está batendo a casa dos 13 milhões, muitos procuram no trabalho por conta própria a alternativa para sair dessa situação e pagar as contas.

Mas o cenário não é nem um pouco desanimador ou motivado apenas pelo senso de sobrevivência. Em 2016, a taxa de empreendedorismo por oportunidade (aqueles que optaram por abrir o próprio negócio porque encontrou uma oportunidade de mercado) voltou a se recuperar após dois anos em queda e encerrou 2018 em 61,8%, de acordo com a Pesquisa GEM. 

Mas o que leva essas pessoas a procurem por brechas no mercado que podem resultar em bons negócios? 

Motivos para se tornar um empreendedor 

Liberdade

Muitas empresas acabam restringindo seus funcionários, e eles acabam presos ao que a corporação espera que eles façam. Nesses casos, não há liberdade de usar as habilidades da forma como a pessoa acredita que seja melhor. 

Quando o empreendedor individual dá o primeiro passo rumo ao seu próprio negócio, ele se liberta dessas amarras e pode determinar quando, como e onde usar suas habilidades. 

Flexibilidade de horários

Outra queixa bastante comum dentro dos escritórios é não poder fazer os próprios horários. Há quem produza melhor de dia, outros preferem trabalhar no silêncio da noite – mas dentro de uma empresa, essa escolha não existe ou é muito limitada.

Deixe o horário comercial de lado e trabalhe quando você for mais produtivo.

Possibilidade de ganhos maiores

O trabalho do empreendedor individual tem algumas incertezas, como o valor ganho no fim do mês. Pode ser menos, sabemos, mas com um pouco de organização, os ganhos podem superar o salário de quem trabalha em CLT. 

Por isso planejamento é tão importante, pois vai guiar o crescimento da sua empresa e, como consequência, o crescimento do seu lucro. 

Trabalhar com aquilo que você gosta 

Sem dúvidas, um dos principais atrativos de abrir o próprio negócio é poder trabalhar com aquilo que você gosta. Quando o empreendimento é baseado em um interesse da pessoa, fica mais fácil seguir esse sonho. 

O ideal é juntar essa paixão com oportunidades do mercado, e assim atingir com mais facilidade um equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

O que é e como se tornar um empreendedor individual 

Se você se animou com a possibilidade criar o próprio negócio e virar um empreendedor individual, nós separamos o que você precisa ter para começar a transformar o sonho em realidade. 

A principal recomendação é ser um Microempreendedor Individual (MEI), indicado para quem quer começar um negócio ou já trabalha por conta própria. 

O que é ser MEI? 

A sigla se refere aos profissionais autônomos e é um registro oficial no Governo de alguém cuja ocupação é autônoma ou possui um micro negócio. Com esse cadastro, a pessoa passa a ter um CNPJ, precisa emitir nota fiscal MEI e passa a ter obrigações e direitos de uma pessoa jurídica. Isso significa que ela deverá pagar impostos sobre quaisquer atividades desenvolvidas.

Mas sem pânico! Estes impostos são muito mais baixos do que de pequenas e médias empresas. Por isso, não é preciso constituir um contador para administrar as finanças do seu negócio. 

O que é preciso para ser MEI? 

Para ser registrado como microempreendedor individual, o profissional precisa atuar uma área que está entre as autorizadas pelo Governo. O MEI foi criado com a finalidade de regularizar a situação de profissionais informais, e por isso beneficia apenas empreendedores que recebem até um teto básico estipulado: R$ 81 mil por ano ou até R$ 6.750 por mês.

Também é necessário não ter participação em outra empresa como sócio ou titular e ter no máximo um empregado contratado que receba o salário-mínimo ou o piso da categoria. O cadastro é feito no Portal do Empreendedor e é preciso realizar um pagamento mensal do Simples Nacional e o valor depende da atividade realizada. A contribuição mensal não passa de R$ 55,90. 

Qualquer pessoa pode ser MEI? 

Não. Pessoas que recebem benefícios do governo (salário-maternidade, auxílio-doença, aposentadoria por invalidez, entre outros) precisam abrir mão desses amparos a partir do mês seguinte da regularização. Já os funcionários públicos precisam conferir se a legislação da categoria permite a criação do MEI.

Quais são as vantagens de ser microempreendedor individual?

Além de ter sua situação regularizada perante o governo, o MEI recebe benefícios que profissionais informais não têm. São eles: 

  • Aposentadoria por idade: que segue a mesma regra de todos os contribuintes: mulheres podem se aposentar aos 60 anos e homem aos 65. O tempo mínimo de contribuição que é de 180 meses, que começa a valer a partir do primeiro pagamento em dia da contribuição tributária;
  • Licença-maternidade: e para ter direito são necessários 10 meses de contribuição, a contar do primeiro pagamento em dia;
  • Pensão por morte: caso o MEI venha a falecer, seus dependentes terão direito a um benefício a contar da data de morte do contribuinte. O tempo de vigência desse amparo varia entre 4 meses e 20 anos, dependendo do tempo de contribuição e idade do falecido;
  • Auxílio doença e aposentadoria por invalidez: para receber estes benefícios, o microempreendedor individual precisa contribuir por pelo menos 12 meses. Porém, o período de carência é desconsiderado em casos de acidente de qualquer natureza ou se houver acometimento de alguma das doenças especificadas em lei, como câncer e HIV.

Agora que você já sabe o que é e como se tornar um empreendedor individual, é hora de correr atrás do sonho de ter o seu próprio negócio. 

Para saber mais, continue acompanhando nossos artigos e o nosso blog.

Até a próxima!

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