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Quando vender por boleto bancário e quando vender por cartão de crédito?

por Heitor Facini, especialista em conteúdo na Superlógica

Quando vender por boleto bancário e quando vender por cartão de crédito?

Uma das principais preocupações de qualquer empreendedor é decidir qual o meio de pagamento utilizar na hora de comercializar a solução oferecida para os clientes. É uma decisão crucial, afinal, vai impactar diretamente no resultado financeiro da empresa e, por isso, deve ser feita com cuidado, maestria e dedicação.

Hoje, existem dois meios de pagamento que são amplamente utilizados no Brasil: o boleto bancário e o cartão de crédito

Sobre o boleto bancário, são emitidos mais de 4 bilhões no Brasil anualmente, o que representa uma grande fatia das movimentações financeiras do país, segundo dados da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban).

Isso fez com que, segundo o Sebrae, 75% dos estabelecimentos de comércio eletrônico aceitassem essa forma de pagamento. 

O cartão de crédito, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS), movimentou R$ 965,5 bilhões em 2018, 14% do total do PIB brasileiro.

Entre as pessoas que têm cartão, possuem mais de 18 anos e vivem em cidades com mais de 100 mil habitantes, 96% usam o cartão de crédito todo mês e 55% pelo menos um dia por semana.

Mas em que momento você deve utilizar cada um dos meios? Como se preparar para isso? Qual é a melhor maneira de gerenciar cada um?

Escrevemos esse artigo para conseguir dar uma base para o empreendedor não ficar a perigo na hora de escolher o melhor meio de pagamento para a empresa. 

Quando você deve utilizar o boleto bancário?

O boleto bancário é um meio de pagamento estritamente brasileiro, com mais de meio século de vida, que supre uma parcela muito grande da população: os desbancarizados, ou seja, aqueles que não tem uma conta bancária. Ele pode ser pago em qualquer agência bancária ou lotérica, o que o torna completamente democrático. 

A tarifa para o pagamento do boleto é fixa e não variável (ao contrário do cartão de crédito, que tradicionalmente é uma porcentagem). Dessa maneira, para transações com um ticket médio mais alto, o boleto se torna mais vantajoso.

Além disso, o boleto tem um período de retorno bem menor. Normalmente, o dinheiro cai na conta da empresa em até 3 dias úteis, o que aumenta o fluxo de caixa e permite investimentos maiores. 

Entretanto, existe um problema bem grande: a necessidade do cliente realizar uma ação para realizar o pagamento. Isso pode acabar acarretando em inadimplência, já que ele pode acabar esquecendo de pagar o documento.

O boleto registrado fez com que não haja necessidade da emissão da segunda via, mas, mesmo assim, ele necessita de que haja uma taxa de emissão, o que não existia antes.

Além disso, o cliente, ao perceber que não pagou a fatura pode não ver mais tanta necessidade do serviço (no caso daqueles que são recorrentes) e pode aumentar a sua taxa de churn (cancelamento). 

Por isso, ele é bem recomendado para aqueles negócios que tenham um bom relacionamento, como imobiliárias, escolas, cursos livres e serviços por assinatura, e para aqueles que precisam de um fluxo de caixa momentâneo. Mas pode não ser tão recomendado para aqueles negócios mais pontuais, que necessitam da liberação do pagamento no momento. 

Quando você deve cobrar por cartão de crédito?

O cartão de crédito é um dos meios mais práticos do Brasil, pois não existe a necessidade de realizar muitas ações para quitá-lo. É só cadastrar no site ou passar na maquininha, sendo necessário o pagamento da fatura ao final do período (uma espécie de “boletão”).

A inadimplência nesse caso é praticamente nula! Normalmente, a adquirente ou instituição bancária acaba arcando com o prejuízo.

A tarifa cobrada, normalmente, é por porcentagem, ou seja, é mais indicada para aquelas compras mais baratas. Por ser prático, ele é indicado para aquelas transações mais instantâneas, como liberar um refrigerante de uma máquina de venda ou o estacionamento de um shopping. 

Entretanto, há coisas que você precisa avaliar. O cartão de crédito vai faturar o valor da compra na conta da empresa em até 30 dias, ou seja, durante um mês, pelo menos, a empresa vai acabar operando no negativo. Se você investiu dinheiro em estratégias operacionais e de marketing, não verá a cor desse dinheiro por um bom tempo. 

Outro problema pode ser o churn involuntário. Ele ocorre quando, por algum problema operacional, o pagamento não é computado pelo sistema. Assim, o cliente acaba “cancelando” o serviço. Na hora que você procurá-lo, pode ser que ele repense a necessidade de contratá-lo e você acabe perdendo uma venda. 

Dessa maneira, o cartão de crédito se torna bem versátil, mas com uma tarifa bem elevada para tickets mais altos. Se a transação for instantânea e mais barata, ela se torna a sua principal opção..

Na dúvida, utilize ambas

Quanto maior diversidade de opções de meios de pagamento você oferecer ao seu consumidor, maior a chance de você conseguir converter mais vendas e aumentar a receita da sua empresa. Por isso, o ideal é oferecer tanto cartão de crédito quanto boleto bancário para os seus clientes. 

Pode-se fazer necessário utilizar um sistema de gestão financeira para automatizar cobranças e analisar os resultados da sua empresa. Isso possibilitará uma assertividade maior nos dados e a garantia de que você estará acompanhando o desempenho dela de maneira correta. 

por Heitor Facini, especialista em conteúdo na Superlógica


Sobre a Superlógica

A Superlógica desenvolve o software de gestão líder do mercado brasileiro para empresas de serviço recorrente. Somos referência em economia da recorrência e atuamos nos mercados de SaaS e Assinaturas, Condomínios, Imobiliárias e Educação

A Superlógica também realiza o Superlógica Xperience, maior evento sobre a economia da recorrência da América Latina, e o Superlógica Next, evento que apresenta tendências e inovações do mercado condominial. 

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