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O que é liderança tóxica e como se defender desse tipo de líder?

Este é um guest post de Claudia Sanches, coach de Carreira e Inteligência Emocional /
Executive Coach/Mentora de Líderes e PNL Practioner.

liderança-tóxica

Sabemos que um líder deve orientar sua equipe, dar direcionamento, passando para a equipe a visão de metas e objetivos a serem alcançados. Deve manter o clima da equipe positivo, avaliar o desempenho e engajar profissionais para o alcance de objetivos.

Também é um dever dele se preocupar em desenvolver a equipe, para que esta se mantenha motivada e engajada com a empresa, e com seu auto-desenvolvimento.

Além das responsabilidades citadas na gestão de pessoas, há inúmeras responsabilidades inerentes à gestão estratégica do negócio em si. O líder deve se preocupar com os resultados a serem alcançados pelo seu departamento e equipe.

Quando esses resultados não estão acontecendo, é ele quem deve planejar e buscar soluções, direcionar a equipe, e resolver problemas. O líder é um “resolvedor de problemas”: ele deve pensar na estratégia, nas pessoas, nos processos, nas metas e nos resultados.

Entretanto, um líder tóxico, por estilo pessoal ou por não saber lidar direito com a pressão, acaba repassando a pressão para seus funcionários, da pior forma, gerando desmotivação e “medo” na equipe, ao invés de gerar comprometimento.

O que é liderança tóxica?

Estudo da consultoria BambooHR constata que 44% dos pesquisados alegam ter pedido demissão por causa do “chefe tóxico”, que lhes tirou a motivação de trabalho por uma série de razões. A maior causa (mencionada por 20% dos entrevistados) é o chefe roubar o crédito pelo trabalho feito pelo subordinado, sem reconhecer seu valor (e 63% condenam esse tipo de “estelionato profissional”).

A empresa “Great Place to Work” ou “Melhor lugar para trabalhar” é uma empresa Global de pesquisa. Segundo pesquisa recente, 50% dos funcionários disseram ter pedido DEMISSÃO por causa do gestor imediato.

O problema é bem sério!

Líderes tóxicos geralmente adotam posturas autocráticas e não têm muita abertura ao diálogo com a equipe. Impõem o que deve ser feito, e não se preocupam muito com os impactos de suas decisões nas pessoas.

Os comportamentos desses líderes, muitas vezes incluem o micro-gerenciamento do funcionário, o que gera excesso de pressão e o funcionário se sente perseguido. Mais que isso, gera “assédio moral” em muitos casos (se esse fato for recorrente e específico para um funcionário).

O funcionário acaba se sentindo encurralado, sem autonomia. Trabalha mais para “justificar” seus passos, do que para conseguir se manter produtivo e contribuir com o crescimento dele próprio e da empresa.

Nos motivos listados nas pesquisas por esses funcionários que pediram demissão por causa do chefe, estão:

  • falta de confiança no trabalho do funcionário, que gera micro-gerenciamento;
  • não ter metas claras e objetivas, mas cobra como se tivesse transparência em relação às metas;
  • alto nível de pressão por resultado;
  • não dá apoio ao funcionário frente a problemas com clientes;
  • ignora o excesso de trabalho do funcionário e não toma medidas para resolver;
  • não dá autonomia;
  • usa de sarcasmo frequentemente para falar de falhas e erros do funcionário na frente de outras pessoas.

Há inúmeros outros comportamentos tóxicos a serem listados.

O que o funcionário pode fazer em uma situação assim?

Ele deve recorrer a uma ajuda interna, que pode ser o RH da empresa, um gestor que seja de confiança ou “par” desse líder.

Outra dica é que o funcionário pode e deve “se resguardar” e documentar suas ações e resultados para que, se necessário for, ele possa apresentar para o RH ou à direção da empresa.

Se sua empresa permitir a transferência interna de departamento e você tiver a oportunidade de fazê-lo, é melhor que o faça. Livrar-se de situações assim será o melhor a fazer para você e sua carreira.

Essa tipo de gestão gera estresse em alto nível e, como consequência, doenças geradas pelo estresse: ansiedade em alto grau, insônia, desequilíbrio emocional, queda da auto-estima, depressão, etc.


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