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Como gerar receita recorrente com seus cursos online


Como gerar receita recorrente com seus cursos online

Já ouviu falar na economia da recorrência? Trata-se de um modelo bastante interessante no qual a empresa obtém lucro escalável por períodos contínuos. Empresas como Netflix e Microsoft, por exemplo, se valem deste sistema para vender assinaturas de seus produtos e serviços, mudando a forma tradicional de venda, que foca na aquisição definitiva de um produto.

O grande segredo destas empresas é que elas sustentam seus próprios modelos. Organizações que possuem formas recorrentes de receitas, como planos, mensalidades e assinaturas têm chance muito maior de sustentabilidade em relação àquelas que precisam fazer a venda única toda vez.

Aprenda mais sobre receita recorrente

A receita recorrente, também conhecida como modelo de assinaturas, se baseia na oferta de benefícios de produtos ou serviços que são cobrados mensalmente. A já citada Netflix derrubou empresas de locação de DVDs, ao tornar real um tipo de assinatura mensal com um extenso catálogo de filmes online. E isso cobrando uma taxa de um pouco menos de 20 reais.

Atualmente, a economia da recorrência tem ainda mais valor agregado por conta dos softwares especializados, que debitam mensalmente o valor da conta do inscrito. Esse modelo de negócio completa ainda mais a era da sustentabilidade das relações comerciais, que prevê o futuro dos negócios ao procurar manter a fidelidade do consumidor.

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É possível colocar isso em prática no setor de cursos online?

A resposta imediata é sim, sendo o objetivo levar o consumidor de aluno à assinante. De forma tradicional o aluno de EAD segue a linearidade proposta pelos capítulos/módulos do curso em que se inscreveu. E tem um tempo específico para cumprir a trilha de aprendizagem. A primeira impressão é que ele esteja promovendo receita recorrente.

Mas, neste modelo padrão, onde existe um começo e um fim para a metodologia, o assinante/aluno cessará com o investimento quando chegar a ponto de chegada. A ideia então é se inspirar neste modelo moderno, como o da Netflix. Esse funcionamento abre portas para novas abordagens e até mesmo para um layout diferenciado para as escolas.

Como fica isso na prática

As empresas que já colocam este sistema de assinaturas em prática trabalham com conteúdos que não necessariamente estejam em uma grade inflexível. De forma que os assinantes possam acessar em qualquer momento, montando seu próprio programa de estudos. Ou seja, é algo personalizado.

Outra forma de praticar a economia recorrente é trabalhar com cross-selling, que é a tática de oferecer ao cliente um produto ou serviço complementar ao que ela já usou. Dessa forma, por que não fornecer um upgrade para os alunos do curso EAD profissional com uma área de conteúdos que ele possa acessar após o término das aulas regulares.

Conclusão

O modelo da economia da recorrência tem atraído diversas empresas, que mudam de sua tradicional forma de vender para o modelo, objetivando sustentar faturamento e gastar menos para adquirir um cliente.

Para terminar, destacamos que ao trabalhar com esse sistema em seus cursos online, você poderá se dedicar ainda mais aos seus alunos, já que o tempo que dispensava atrás de novos inscritos é utilizado para a manutenção da carteira atual.

Para fechar, separamos 2 conteúdos que complementam o assunto. Acesse e aprenda ainda mais como elevar seus resultados com a receita recorrente.

Vídeo/Palestra: “Lifes As A Servive – Murilo Gun”

Artigo: “Vale a pena Investir em Empresas com Modelo de Receita Recorrente?”

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Sobre Maurilio Alberone

Atualmente é co-fundador do Edools e da Bizstart. Responsável pelo marketing e relacionamento com clientes do Edools, mas já desempenhou funções diversas. No passado foi professor universitário, consultor de gestão empresarial e empreendedor em outros negócios de tecnologia. É engenheiro de telecomunicações por formação, apesar de nunca ter exercido a profissão.
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