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Como monetizar vídeos no Youtube: a verdade nua e crua

Ser produtor conteúdo de vídeo no Youtube é uma profissão para muitos e fonte de renda para a maioria. Mas, como monetizar seus videos e poder contar com este dinheiro? Explicamos neste artigo.

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A produção de vídeos é uma das maiores tendências de marketing, além de ser um dos formatos mais consumidos hoje em dia. De acordo com o State of Video Marketing, 81% das empresas utilizam o vídeo como ferramenta de marketing e, segundo o OptinMonster de 2018, esse formato aumenta em até 54% o alcance da marca.

Essa popularidade tem explicação científica: o cérebro humano processa vídeos mais rápido que outros tipos de conteúdo e seu consumo exige menor concentração por parte do usuário.

Muitas empresas e pessoas querem um pedacinho desse alcance e sonham em viver unicamente do YouTube. Mas quais são as melhores maneiras de monetizar vídeos na plataforma? Quais são as ferramentas e os conhecimentos necessários?

Preparamos um texto sobre como monetizar na plataforma, com dicas e verdades desse universo digital.

Vamos abordar os seguintes tópicos:

Esse texto traz mais informações sobre a produção de conteúdo para YouTube, dicas para quem quer ganhar dinheiro dessa maneira, além de algumas regras que precisam ser seguidas por todos os creators.

Boa leitura!

Por que investir em vídeos online?

O audiovisual tem grande impacto no marketing digital e, aqueles que subestimam esse poder, estão fadados a ficarem obsoletos e esquecidos pelo grande público.

Não faltam motivos para as marcas investirem em conteúdos de vídeo: 95% dos usuários recorrem a esse formato para entender melhor um produto ou serviço e 46% realiza uma ação após assistir um vídeo. Outras estatísticas confirmam o peso dos vídeos, que convencem até 81% dos consumidores a comprar um produto ou serviço.

Parece muita coisa – e é. De acordo com uma pesquisa da Forbes feita em 2017, 90% dos entrevistados afirmaram que os vídeos auxiliam durante a decisão de compra.

Os produtores de conteúdo e as marcas estão atentos a isso e produzem conteúdos em vídeo para atrair novos consumidores.

A cada minuto, são postados o equivalente a 72 horas de vídeo no YouTube e a plataforma registra 1 bilhão de horas assistidas todos os dias.

Deu para perceber que o consumo de vídeos aumentou muito nos últimos anos e a tendência é que essa linha não pare de crescer.

A democratização do acesso a Internet é uma das responsáveis por isso, e em 2018 cerca de 72% da população já tinha acesso à rede. Isso influenciou o consumo de conteúdos digitais por meio de várias outras plataformas, inclusive o YouTube.

As pessoas passam cada vez mais tempo nas redes sociais, que se tornaram uma das principais fontes de informações: cerca de 650 horas por mês.

Esses números tem atraído muitos produtores de conteúdo, que veem nos vídeos uma oportunidade de ganhar dinheiro sem sair de casa.

Um dos fatores mais atraente é o custo de investir nesse tipo de conteúdo, que está 60% mais barato se comparado ao mesmo cenário de uma década atrás. Porém, antes de pensar na monetização, é preciso pensar no conteúdo.

O que devemos pensar antes de monetizar ?

Crie uma rotina de postagens

A melhor forma de monetizar é produzir conteúdos relevantes. Isso vai atrair audiência, parte fundamental para quem quer ganhar dinheiro criando vídeos para o YouTube. É preciso também ter um canal ativo, com postagens constantes.

A maioria dos canais tem dias e horários fixos para a publicação de novos vídeos, o que fideliza seus seguidores. Faça a audiência criar expectativa para seu próximo conteúdo ao ter um cronograma fixo de dias de postagem.

Conheça seu público-alvo

Falando em audiência, as pessoas que consomem seu conteúdo devem ser o seu norte. Sabe aquele velho clichê “Quem quer agradar todo mundo não agrada a ninguém”? Ele se encaixa perfeitamente nessa situação.

O público-alvo serve para que a empresa direcione seus esforços de marketing e venda de modo eficaz em vez de atirar para todos os lados. Com um target bem definido, os conteúdos são melhores pensados para garantir uma aproximação mais personalizada e com maiores chances de agradar.

É importante diferenciar público-alvo de persona. O primeiro conceito é mais genérico enquanto o segundo é mais específico, quase um perfil de uma pessoa específica.

Entenda a definição de público-alvo como o primeiro passo para desenvolver uma estratégia de conteúdo e compreender melhor sua audiência.

Uma vez que essa etapa for concluída, a empresa pode utilizar as informações reunidas para criar as personas e assim segmentar ainda mais o público, traçando estratégias mais individualizadas com playlists de determinados assuntos, por exemplo.

Crie um midia kit

Quem produz conteúdo de qualidade no YouTube e tem bons números de inscritos e visualizações costuma atrair o interesse de marcas.

Se isso acontecer, é crucial que o creator tenha um mídia kit, documento que reúne informações básicas sobre o canal, como o público-alvo, quais são os assuntos abordados, tipo de anúncios permitidos.

O documento deve ser atraente visualmente, sem muitos textos. Disponha os dados de forma objetiva, com símbolos e ícones para facilitar a leitura.

Tenha mais de 10 mil visualizações no canal

Em meados de 2007, surge o YouTube Parter Program, que permite que criadores de conteúdo em vídeo ganhassem dinheiro com suas produções dentro do YouTube.

Em 10 anos, o número de acessos a plataforma aumentou em níveis extraordinários e, como consequência, aumentaram também as tentativas de fraude.

Ao perceber que muitas pessoas usavam o conteúdo de terceiros para lucrar, a companhia tomou decisões para coibir esse tipo de atitude.

Uma delas foi a restrição da monetização apenas para os canais que tiverem no mínimo 10 mil visualizações no total em seu tempo de existência.

Em janeiro de 2018, o YouTube anunciou novas mudanças nas regras de monetização, o que gerou diversas reclamações, em especial dos pequenos criadores. O principal motivador foi o caso do youtuber Logan Paul, que será discutido a seguir.

O caso Logan Paul

Logan Paul ganhou fama no antigo site Vine e levou sua legião de fãs para o YouTube, atraindo a atenção e o patrocínio de diversas marcas. No entanto, em dezembro de 2017, o astro foi manchete por motivos no mínimo duvidosos: durante sua viagem ao Japão, o youtuber fez uma série de vídeos, inclusive na floresta de Aokigahara, conhecida por ser um local muito procurado por suicídas. Em sua visita, Paul encontrou um cadáver e mostrou sem grandes censuras, além de tecer comentários maldosos sobre a situação.

Por causa da polêmica, o YouTube anunciou em fevereiro de 2018 a suspensão de toda a monetização no canal de Paul, que até então era um dos maiores criadores de conteúdo da plataforma.

Em declaração oficial, o Google considerou o material é inadequado para os seus anunciantes e que causaria “danos em potencial à toda a comunidade” do site.

O que mudou desde então?

A partir do caso Paul Logan, o YouTube tomou decisões que vão além das 10 mil visualizações por canal. Agora é preciso ter, no mínimo, mil inscritos e pelo menos 4 mil horas de conteúdo assistido nos últimos 12 meses para entrar no programa de monetização.

O YouTube também se comprometeu a revisar manualmente as violações das regras do site, bem como spam e denúncias, com o objetivo de verificar se os canais estão dentro das diretrizes da plataforma.

A empresa garantiu também que será mais transparente com os seus anunciantes e que dará mais informações sobre as propagandas, em especial onde elas estão sendo veiculadas e de que forma são consumidas.

Essas decisões dividiram especialistas: por um lado, a rigidez com os produtores aumenta, ao menos na teoria, a qualidade dos conteúdos oferecidos e as marcas ficam com a certeza de serem associadas a bons canais.

No entanto, os produtores de diversos tamanhos receiam que tal diretriz pode atrasar e até mesmo impedir a monetização de seus canais.

Na época das mudanças na monetização do YouTube, o Google apresentou as novas regras do Google Preferred, uma plataforma que reúne os melhores criadores de conteúdo com grandes anunciantes.

O objetivo era facilitar esse encontro e permitir que as empresas anunciassem de forma mais eficaz e direta nos vídeos mais populares do site, alcançando um público maior e mais certeiro com a publicidade.

A nova regra estabelece que os canais selecionados para o Preferred passarão por uma seleção manual – antes, eram mostrados os canais mais vistos, seguidos e compartilhados.

Com a mudança, a plataforma visa garantir que os vídeos sejam de fato relevantes e que o conteúdo não infrinja nenhuma norma do YouTube.

Como ganhar dinheiro com o YouTube

O primeiro passo para monetizar vídeos no YouTube é criar uma conta na plataforma de vídeos. Depois, é preciso ler e concordar com os termos do Programa de parcerias do YouTube: após o login, selecione o ícone “Estúdio de Criação”, localizado no canto superior direito. Clique em “Canal, Status e recursos” no menu à esquerda e selecione a opção “Ativar” em “Monetização”. Por fim, siga as instruções na tela para aceitar os termos e condições do Programa.

Agora a empresa precisa se inscrever na plataforma oficial de anúncio da Google, o Google Adsense. Para isso, é preciso criar uma nova conta no site ou vincular uma existente ao canal da organização.

Depois de fazer login no Google AdSense, é preciso resolver todas as questões referentes à retenção de pagamento antes de receber os ganhos. Mas atenção: é preciso lucrar pelo menos $100 para retirar o dinheiro.

A última etapa consiste em definir quais são os tipos de anúncio desejados nos vídeos. Também é preciso fazer ativação automática de receita para todos os conteúdos publicados no canal da sua organização. Caso mude de opinião no futuro, é só alterar as configurações.

Mas atenção! Lembre-se que o canal da sua empresa no YouTube precisa ser aprovado para entrar no programa de parcerias da plataforma. Além dos critérios já mencionados, é preciso seguir alguns requisitos para gerar receita:

  • Todos os vídeos postados devem ser adequados para anunciantes;
  • A empresa ou responsável pelo canal deve ter criado o conteúdo ou possuir os direitos autorais para usá-lo comercialmente;
  • O conteúdo precisa seguir as políticas do Programa de parcerias do YouTube, os Termos de Serviço do YouTube e as Diretrizes da comunidade.

Outras formas de monetizar vídeos além do YouTube

Parece simples e possível monetizar no Youtube, mas quantos criadores de conteúdo não tentam, criam bons canais e não conseguem monetizar bem ou viver disso?

Como pontuamos aqui, monetização no YouTube sempre foi uma tarefa complicada, mas as mudanças no Partner Program tornaram esse processo ainda mais complexo.

Apesar de se tratar de uma plataforma muito acessada, obter visualizações em seu conteúdo pode ser uma tarefa árdua, além da recompensa financeira da plataforma não ser das maiores.

Por isso, vamos falar agora de uma outra maneira boa e simples de monetizar os seus vídeos e conteúdos.

A nossa dica é utilizar as plataformas de educação que já possuem uma estrutura de vídeo aulas para que você possa criar um canal com credibilidade e com direcionamento.

Lembrando que você não precisa abandonar o YouTube. A plataforma pode ser a sua ferramenta de atração para levar os seus espectadores à um portal profissional, como o da Edools, por exemplo.

Mesmo que você não utilize a plataforma do Youtube, todas as dicas que pontuamos acima são essenciais para criar um conteúdo relevante e de alto nível técnico. Essas técnicas ajudam principalmente quem está começando, bem como empresas que querem se inserir no marketing digital.

Caso queira saber mais sobre a plataforma da Edools, fale com um de nossos consultores.

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