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Scrum: como utilizar a metodologia ágil para desenvolvimento de projetos

Neste artigo iremos falar da utilização do framework scrum para colocar ideias e projetos em prática com pouco tempo e recurso.

scrum

As dificuldades em saber o passo a passo de um projeto são grandes. Principalmente quando se trata de ideias de negócios ou projetos pessoais que contam com poucos recursos.

A principal barreira encontrada pelas grandes empresas para executarem grandes projetos é a falta de uma comunicação efetiva, seja com seus clientes ou sua própria equipe. Muitos projetos começam definindo datas e valores fixados em escopo fechado, mesmo sabendo que não serão cumpridos a risca, pois as condições variam.

O desejo do cliente pode ser diferente do que foi entendido e, quando precisa ser modificado, acaba exigindo mais recurso. Recurso esse que pode ser de tempo, financeiro ou ambos juntos. E nem sempre é possível contar com eles.

A metodologia ágil com o framework scrum veio para acabar – ou pelo menos suavizar – com esse gap.

Mas o que é a metodologia Scrum?

De maneira simples, o Scrum é um framework de trabalho que possui seu foco no gerenciamento de projeto da organização quando é mais difícil de planejar mais à frente.

O Scrum emprega diversas ferramentas para o desenvolvimento iterativo e incremental. É utilizado no gerenciamento de projetos diversos.

Como funciona?

A metodologia não consiste em fazer com que você trabalhe de maneira robótica dentro dela. Mas sim que você se oriente dentro dos processos e etapas definidas. Dessa forma a execução da ideia será muito mais fácil e com menos chances de falha.

Acompanhe abaixo as etapas e processos e como cada um trabalha dentro do framework Scrum:


O papel de cada um

O primeiro passo é entender quem são os personagens e suas funções:

  • O cliente ou dono do projeto/ideia é chamado de P.O ou product owner.
  • O Scrum master é aquele que vai manter a ordem e supervisão do projeto.
  • Os desenvolvedores é que vão “colocar a mão na massa”.

Como acontece na prática

O P.O explica o que quer no produto, quanto mais detalhamento melhor.
Em seguida, na etapa de esclarecer o que o dono do produto quer no projeto, são definidas todas as funcionalidades que aquele produto precisa. Estes serão inseridos no “Product backlog” em forma de lista.

Após essa etapa, a equipe de desenvolvedores vai se reunir para definir qual o grau de dificuldade de execução de cada funcionalidade e quanto tempo levará para ser concluído.

Cada funcionalidade será “quebrada” em etapas mais tangíveis para que todas as atividades caibam dentro de um sprint.

Todas essas etapas menores estarão separadas em grupos chamados de “sprint backlog”.

Cada sprint é o tempo necessário de execução, de acordo com a capacidade e recursos que a equipe possui, para conclusão de um sprint backlog. São feitas, durante os sprints, reuniões diárias(de cerca de 15 minutos) da equipe para saber o que deu certo, o que precisa mudar e quais são os impedimentos para continuar. A cada sprint, uma “caixinha de etapas”(sprint backlog) será concluída, finalizando assim em etapas as funcionalidades requisitadas.

A maior diferença nessa metodologia está na comunicação entre a equipe de desenvolvimento e o P.O(product owner). Pois, dessa forma,  o cliente acompanhará passo a passo da construção do produto, dizendo se tudo está de acordo com o esperado.

Planning Poker

O método mais comum para a definição de dificuldade de cada funcionalidade é o planning poker. A imagem abaixo mostra os tipos de cartas existentes.


  • Carta “interrogação”: é quando o desenvolvedor não consegue atribuir uma nota àquela funcionalidade.
  • Carta “infinito”: quando o desenvolvedor acha que desenvolver a funcionalidade será extremamente difícil.
  • Carta “café”: Quando o desenvolvedor acredita que é necessário uma pausa para discutir sobre tal funcionalidade. Está carta deve ser respeitada e é importante que os membros não abusem dela.

Será feita uma rodada para cada funcionalidade. Em cada rodada, os desenvolvedores escolherão uma carta que defina o grau de dificuldade para executar aquela funcionalidade. Quanto maior o número, mais difícil a execução.

Se houverem extremos como “1” e “40” na mesma rodada, o scrum master pode pedir para que os que colocaram tais cartas expliquem o porquê das escolhas, e após a discussão façam uma nova rodada. Quanto maior a média das cartas, mais “quebrada” em partes menores a funcionalidade deverá ser.

Provavelmente chegarão perto de um consenso e a ao final poderá ser feita uma média das cartas.

O que achou da metodologia ágil com framework Scrum para desenvolvimento de projetos? Gostou? Tem alguma dúvida? Comente abaixo.



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